A descoberta de livros virou conversa com uma máquina — e o que ela lê é a ficha do seu livro
E quem responde não é uma lista de mais vendidos: é uma máquina que lê a ficha do seu livro antes de decidir se ele aparece.
Assistir no YouTubeEsta edição em vídeo, com narraçãoE o balcão ficou grande
O catálogo de audiolivros do Spotify passou de 700 mil títulos, em 22 mercados. As horas de escuta cresceram 60% ano a ano, e quase metade de quem ouve audiolivro começou no último ano. Publicar pelo Spotify for Authors não exige contrato de exclusividade.
A máquina não lê o seu livro. Lê a ficha dele
São quatro campos, e todos são seus. Um: o nome da série, declarado igual em todos os volumes. Dois: a ordem de leitura, com o número do volume declarado, não subentendido. Três: a descrição, escrita do jeito como as pessoas pedem livro. Quatro: a página do autor, com a obra toda reunida.
Nada disso chegou ao Brasil
Os três recursos estão em beta, com limite de uso, e o Brasil não aparece em nenhuma das listas de países. O Just Ask Spotify é ainda mais restrito: só em inglês, só para maiores de dezoito anos, só nos Estados Unidos, na Irlanda e na Suécia. Então o que serve hoje não é o botão. É a lição.
O recado: Catalogar bem não é formulário: é a parte do ofício que a máquina lê primeiro. É o mesmo cuidado que a Editora Rordáz põe nos títulos autorais e nas edições revistas e traduzidas de obras em domínio público. Conheça o catálogo completo em rordaz.com.
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